Pedro
Estima

“Existem três máscaras:
aquela que pensamos que somos,
aquela que realmente somos,
e aquela que temos em comum.”
Pedro
Estima
“Existem três máscaras:
aquela que pensamos que somos,
aquela que realmente somos,
e aquela que temos em comum.”

Pedro Estima
Inicia a sua formação artística no Porto, na Academia Contemporânea do Espectáculo, seguidamente na École Internationale de Théâtre Jacques Lecoq, em Paris.
Licenciado pela FLUL em Estudos Artísticos e mestre em Práticas Culturais para os Municípios.
Reconhece o papel estruturante do teatro na cultura portuguesa e centra o seu trabalho e pesquisa numa relação com as cidades portuguesas.
2006: A flor preferida de Adolf Hitler – a partir de Bertolt Brecht, dirigido por Nuno Pino Custódio;
2008: Dona Gatafunha e o resto do mundo – dirigido por Ana Mourato, com Joana Teatro;
2008: Criação e interpretação no espectáculo E agora Sr. Gilberto? – dirigido por Susete Braga, com Joana Teatro;
2008: Xeque-Mate – dirigido por José Henrique Neto, no Teatro Municipal S. Luiz;
2009: Histórias para serem contadas – encenação de Castro Guedes, no Centro Dramático de Viana;
2009: Rosa enjeitada – texto e encenação de Fernando Gomes, no Centro Dramático de Viana;
2009: O Passageiro da Noite – texto de Gao Xingjan, com a Bruxa Teatro;
2010: Matemática para quê? – encenação de Nuno Nunes, com Bica Teatro;
2010: Guerras de alecrim e Manjerona – encenação de Steve Johnston, com o Teatro ao Largo;
2010: Antígona em Nova Iorque – texto de Janusz Glowaski, encenação de Figueira Cid, com A Bruxa Teatro;
2022-2023: O Cerejal de Anton Tchéckhov – encenação de Luciano Amarelo.
2024: Edelweiss, a partir de O terror e a miséria do terceiro reich de Bertolt Brecht, dirigido por Nuno Pino Custódio.
Pedro Estima
Inicia a sua formação artística no Porto, na Academia Contemporânea do Espectáculo, seguidamente na École Internationale de Théâtre Jacques Lecoq, em Paris.
Licenciado pela FLUL em Estudos Artísticos e mestre em Práticas Culturais para os Municípios.
Reconhece o papel estruturante do teatro na cultura portuguesa e centra o seu trabalho e pesquisa numa relação com as cidades portuguesas.
2006: A flor preferida de Adolf Hitler – a partir de Bertolt Brecht, dirigido por Nuno Pino Custódio;
2008: Dona Gatafunha e o resto do mundo – dirigido por Ana Mourato, com Joana Teatro;
2008: Criação e interpretação no espectáculo E agora Sr. Gilberto? – dirigido por Susete Braga, com Joana Teatro;
2008: Xeque-Mate – dirigido por José Henrique Neto, no Teatro Municipal S. Luiz;
2009: Histórias para serem contadas – encenação de Castro Guedes, no Centro Dramático de Viana;
2009: Rosa enjeitada – texto e encenação de Fernando Gomes, no Centro Dramático de Viana;
2009: O Passageiro da Noite – texto de Gao Xingjan, com a Bruxa Teatro;
2010: Matemática para quê? – encenação de Nuno Nunes, com Bica Teatro;
2010: Guerras de alecrim e Manjerona – encenação de Steve Johnston, com o Teatro ao Largo;
2010: Antígona em Nova Iorque – texto de Janusz Glowaski, encenação de Figueira Cid, com A Bruxa Teatro;
2022-2023: O Cerejal de Anton Tchéckhov – encenação de Luciano Amarelo.
2024: Edelweiss, a partir de O terror e a miséria do terceiro reich de Bertolt Brecht, dirigido por Nuno Pino Custódio.
info@pedroestima.pt
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